Ampliar a atuação da Ronda Maria da Penha para além da capital e garantir que mulheres de diferentes regiões de Sergipe tenham acesso ao serviço está entre as propostas do Coronel Ribeiro para a segurança pública. Candidato a deputado estadual, ele defende a expansão da estrutura para o interior, com reforço de efetivo, viaturas, equipamentos e capacitação dos policiais, além da integração com os órgãos que compõem a rede de proteção às mulheres vítimas de violência.
A proposta tem relação direta com a experiência de Ribeiro à frente da Polícia Militar de Sergipe. Durante sua passagem pelo comando da Corporação, a Ronda Maria da Penha foi fortalecida e ganhou novas estruturas de atuação, com a implantação de rondas exclusivas para o atendimento das ocorrências relacionadas à violência contra a mulher. A estratégia ampliou a capacidade de acompanhamento e fiscalização das medidas protetivas e reforçou a presença preventiva da Polícia Militar.
Para Ribeiro, a expansão do serviço deve permitir que mais mulheres tenham acesso a um acompanhamento especializado, especialmente aquelas que já estão sob medida protetiva e permanecem em situação de vulnerabilidade. “A Ronda Maria da Penha tem uma missão muito importante porque trabalha não apenas na resposta à violência, mas principalmente na proteção e no acompanhamento das mulheres que já estão em situação de vulnerabilidade. Durante nossa gestão, buscamos fortalecer essa estrutura, com novas viaturas, equipamentos e melhores condições de trabalho para a equipe”, afirma.
Criada em Sergipe em 2019, a Ronda Maria da Penha atua no acompanhamento de mulheres vítimas de violência doméstica, especialmente aquelas com medidas protetivas de urgência. O trabalho envolve fiscalização, prevenção e acompanhamento dos casos, em articulação com a rede de proteção.
A ampliação do serviço também passa pela preparação dos profissionais. Ribeiro defende que policiais que atuam diretamente nesses casos tenham formação específica para lidar com situações de violência doméstica, desde o conhecimento dos procedimentos legais até o acolhimento das vítimas e a identificação de situações de risco.
A capacitação da tropa foi uma das frentes destacadas durante sua passagem pelo comando da PMSE. De acordo com dados divulgados pela Corporação, aproximadamente 5,4 mil policiais militares foram capacitados em diferentes áreas ao longo do período. “Atender uma ocorrência envolvendo violência doméstica exige preparo. Não é uma abordagem comum. É preciso compreender a situação, saber acolher a vítima, conhecer os procedimentos legais e agir com firmeza, mas também com sensibilidade”, destaca.
Na Assembleia Legislativa, Ribeiro pretende defender a expansão da Ronda Maria da Penha para municípios do interior, ampliando a presença do serviço em regiões onde mulheres vítimas de violência também precisam de acompanhamento especializado. A proposta prevê investimentos em efetivo, viaturas, equipamentos e capacitação, além do fortalecimento da integração entre as instituições responsáveis pela proteção às vítimas.














